Há quem vá ainda mais longe, é claro. Certos “teoristas” dizem, inclusive, que quem realmente puxa as cordas na Área 51 é uma raça de extraterrestres. Para quê? Aí é que vem a melhor parte: para produzir uma raça de seres híbridos — em algum lugar entre um alienígena e um ser humano — que, eventualmente, tomará a Terra. Há uma justificativa: os extraterrestres teriam perdido a capacidade de se reproduzir.
Bem, mas o que há de realmente “concreto” nisso tudo? Difícil saber, já que se trata de uma base absolutamente vedada contra olhares de amadores curiosos — como a maior parte das instalações de cunho militar, vale dizer. Mas certamente é possível efetuar alguma “engenharia reversa” para chegar à origem de toda essa mitologia e burburinho.
O controverso Robert “Bob” Lazar
A Área 51 começou a se tornar a Meca das especulações ufológicas ao final da década de 1980. Basicamente, no momento em que um sujeito chamado Robert “Bob” Lazar veio à mídia afirmando ser um ex-funcionário da base militar.
Lazar afirmou à época que havia trabalhado, entre 1988 e 1989, em um setor denominado de “S4”. As tarefas seriam bem pouco usuais: o pretenso físico/cientista — cujo grau jamais foi comprovado — seria incumbido de realizar engenharia reversa em espaçonaves extraterrestres de formato “discóide”. Sim, no plural, já que, de acordo com ele, pelo menos nove modelos distintos foram profundamente investigados por ele e por sua equipe.
A ideia era descobrir e, posteriormente, tomar propriedade da tecnologia de propulsão utilizada pelas raças alienígenas avançadas que haviam desembarcado por aqui. Ainda de acordo com ele, o trabalho lhe foi originalmente apresentado pelo Dr. Edward Teller — ucraniano também conhecido como o “Pai da Bomba H”